LINFOMA NÃO-HODGKIN: CUIDAR AO LONGE

O doente compreende que os seus amigos e familiares poderão não conseguir estar sempre por perto

As pessoas que vivem a alguma distância do doente que sofre de linfoma não-Hodgkin enfrentam um dilema complexo. Podem achar que estão a abandonar o seu ente querido e a sobrecerregar aqueles que vivem mais perto por não conseguirem visitá-lo as vezes que desejariam.

No entanto, o doente compreendem que os seus amigos e familiares nem sempre conseguem prestar o apoio que gostariam se as circunstâncias fossem diferentes. Algo simples como um cartão ou uma mensagem podem fazer a diferença e levantar a moral do doente.

 

 

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As instruções do médico e dos restantes profissionais de saúde que o acompanham devem ser rigorosamente seguidas, pelo que sugerimos que contacte sempre o seu médico ou farmacêutico.

 

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