VIVER COM LINFOMA NÃO-HODGKIN

O doente com linfoma não-Hodgkin pode passar períodos relativamente longos com poucos, ou mesmo nenhuns sintomas (por exemplo, se tiverem doença indolente ou estiverem em remissão após terem recebido tratamento). Nestes períodos, muitos doentes conseguem viver vidas normais ou quase normais.

Porém, o linfoma não-Hodgkin nem sempre é curável e o seu tratamento pode ser demorado e complicado. Mesmo após tratamento bem sucedido, o doente tem de comparecer a consultas e realizar exames médicos de rotina durante muitos anos.

Pode igualmente manifestar sintomas provocados não só pela doença como também pelo seu tratamento, sobretudo devido à quimioterapia e radioterapia. Estes sintomas podem ser desconfortáveis e dificultar a vida laboral, apesar de existirem tratamentos para aliviar os sintomas e medidas que podem ser adoptadas para os controlar ou evitar, ver Controlo dos sintomas.

No entanto, viver com o linfoma não-Hodgkin não se trata apenas de realizar os exames de diagnóstico ou o tratamento. Para muitos doentes, é um desafio constante. Um dos objectivos do tratamento é ajudar as pessoas com linfoma não-Hodgkin a viver uma vida normal, ou o mais próximo possível do normal.

Pode ser necessário proceder a algumas alterações ao estilo de vida durante e após o tratamento. Muitos doentes têm perguntas práticas sobre assuntos como o trabalho, os benefícios, a condução de veículos e as férias. 

As pessoas com linfoma não-Hodgkin e seus familiares e amigos  precisam de ajuda e aconselhamento e existem grupos de apoio para o efeito. O convívio com outras pessoas que também sofrem de linfoma não-Hodgkin é muitas vezes uma grande fonte de apoio. Muitos doentes acabam por conhecer bem outras pessoas que padecem do mesmo. 

 

 

 

Este site e o seu conteúdo têm um fim exclusivamente informativo e não substituem o aconselhamento médico. Os tratamentos de cada pessoa devem ser individualizados e conduzidos por profissionais de saúde, sendo o médico que acompanha o doente quem poderá indicar qual o tratamento adequado a cada caso.

As instruções do médico e dos restantes profissionais de saúde que o acompanham devem ser rigorosamente seguidas, pelo que sugerimos que contacte sempre o seu médico ou farmacêutico.

 

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