Muitas pessoas com linfoma não-Hodgkin fazem férias como habitualmente. Outras preferem esperar até o tratamento terminar. Em certas alturas do tratamento é preferível ficar em casa. Por exemplo, alguns tratamentos suprimem o sistema imunitário durante algum tempo o que aumenta a probabilidade de contrair uma infecção. Assim, recomenda-se que o plano de férias seja debatido com o médico.
As vacinas são outra questão a considerar. Algumas vacinas não podem ser administradas a pessoas com linfoma não-Hodgkin. Esta questão deve ser debatida com o médico antes de se programarem férias para o destino que requer determinado tipo de vacinas.
Embora seja aconselhável que o doente não façam férias 'radicais', viajar para um destino apreciado ou para um local onde sempre desejou ir pode ser muito benéfico.
Este site e o seu conteúdo têm um fim exclusivamente informativo e não substituem o aconselhamento médico. Os tratamentos de cada pessoa devem ser individualizados e conduzidos por profissionais de saúde, sendo o médico que acompanha o doente quem poderá indicar qual o tratamento adequado a cada caso.
As instruções do médico e dos restantes profissionais de saúde que o acompanham devem ser rigorosamente seguidas, pelo que sugerimos que contacte sempre o seu médico ou farmacêutico.
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