TRATAMENTO RECIDIVA/RECAÍDA DO LINFOMA NÃO-HODGKIN AGRESSIVO

Cerca de um quinto dos doentes com linfoma não-Hodgkin agressivo não respondem ao tratamento e aproximadamente 3 em cada 10 dos que não respondem vêm a sofrer uma recidiva/recaída após a remissão. Embora o tratamento seja difícil, a cura ou remissão pode ser alcançada em 50% destes doentes com tratamento de segunda linha ou 'de recurso', que consiste na combinação de quimioterapia com corticoesteróide, a que, por vezes, se seguem doses elevadas de quimioterapia e transplante de células estaminais de sangue periférico autólogo.

Caso a cura ou a remissão não sejam possíveis, o objectivo é aliviar a sintomatologia.  Para alguns doentes pode ser considerada a participação num ensaio clínico destinado a avaliar um novo tratamento ou uma combinação de tratamentos.

 

 

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As instruções do médico e dos restantes profissionais de saúde que o acompanham devem ser rigorosamente seguidas, pelo que sugerimos que contacte sempre o seu médico ou farmacêutico.

 

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