LINFOMA NÃO-HODGKIN AGRESSIVO: O QUE ESPERAR

Em geral, os doentes com o diagnóstico de linfoma não-Hodgkin agressivo em estadio inicial são submetidos a quimioterapia combinada, em que é administrado mais do que um medicamento. Na maioria dos casos, este tratamento é combinado com anticorpos monoclonais.

A radioterapia é também um tratamento possível, quer após a administração de quimioterapia, quer em simultâneo. Este tipo de tratamento dirige-se especificamente aos gânglios linfáticos afectados.

Embora não seja possível antever a resposta do doente, o tratamento do linfoma não-Hodgkin agressivo em estadio inicial possibilita a cura ou a 'remissão' (período sem manifestação da doença) em 80% ou mais dos casos.

Aos doentes diagnosticados com linfoma não-Hodgkin agressivo em estadio avançado é administrado um regime de quimioterapia semelhante ao dos doentes em estadio inicial, associado a anticorpos monoclonais. Este tratamento pode ser complementado com radioterapia.

Este tratamento convencional possibilita a cura em cerca de 40% a 70% dos casos, embora cada doente responda de forma diferente ao tratamento.

Os doentes cujo linfoma não-Hodgkin não responde bem ao tratamento, ou em que ocorre recidiva/recaída da doença, é necessário administrar tratamento adicional. Podem ser submetidos a doses elevadas de quimioterapia e transplante de células estaminais de sangue periférico, cuja taxa de cura é de 30% a 50%.

Se o tratamento não for bem sucedido ou for inviável, é possível controlar os sintomas ou administrar terapêutica paliativa.

Para mais informações sobre este tema, consulte Tratamentos do linfoma não-Hodgkin.

 

 

Este site e o seu conteúdo têm um fim exclusivamente informativo e não substituem o aconselhamento médico. Os tratamentos de cada pessoa devem ser individualizados e conduzidos por profissionais de saúde, sendo o médico que acompanha o doente quem poderá indicar qual o tratamento adequado a cada caso.

As instruções do médico e dos restantes profissionais de saúde que o acompanham devem ser rigorosamente seguidas, pelo que sugerimos que contacte sempre o seu médico ou farmacêutico.

 

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