LINFOMA NÃO-HODGKIN AGRESSIVO: CURSO NATURAL DA DOENÇA

Os linfomas não-Hodgkin agressivos são por vezes designados por linfomas não-Hodgkin de evolução rápida ou de alto grau.

Tal como estes termos sugerem, os linfomas não-Hodgkin agressivos evoluem rapidamente, pelo que, em geral, os doentes se apercebem dos sintomas e consultam o médico, podendo ser posteriormente encaminhados para um especialista que determinará o tratamento a administrar num estadio relativamente precoce da doença.

Embora a designação "agressivo" pareça muito assustadora, na maioria dos casos estes linfomas respondem bem ao tratamento. Mesmo quando a doença não responde bem ao tratamento convencional de primeira linha, obtêm-se resultados positivos com doses elevadas de quimioterapia e transplante de células estaminais. Na realidade, os linfomas não-Hodgkin agressivos apresentam maior probabilidade de cura completa do que os linfomas não-Hodgkin indolentes.

De forma a antever a resposta do doente ao tratamento e a probabilidade de ocorrência de recidiva/recaída, os médicos recorrem frequentemente ao International Prognostic Index (IPI) que inclui cinco factores:

  • A idade do doente
  • O estadio do linfoma não-Hodgkin
  • Os níveis de lactatodesidrogenase (LDH) no sangue, indicadores da quantidade de tumor no organismo
  • O número de locais fora do sistema linfático onde os tumores se encontram
  • O estado geral de saúde do doente

 

 

Este site e o seu conteúdo têm um fim exclusivamente informativo e não substituem o aconselhamento médico. Os tratamentos de cada pessoa devem ser individualizados e conduzidos por profissionais de saúde, sendo o médico que acompanha o doente quem poderá indicar qual o tratamento adequado a cada caso.

As instruções do médico e dos restantes profissionais de saúde que o acompanham devem ser rigorosamente seguidas, pelo que sugerimos que contacte sempre o seu médico ou farmacêutico.

 

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