Se apresentar sintomas ou resultados de exames que sugiram cancro da próstata, o médico irá questionar acerca da sua história clínica e familiar, irá observá-lo (exame físico) e poderá, ainda, pedir exames laboratoriais. Os exames e testes podem incluir um toque rectal, uma análise à urina, para detectar sangue ou uma infecção, e análises sanguíneas, para medir o nível de PSA .
O médico pode, ainda, pedir outros exames:
Antes de fazer uma biópsia, pode querer colocar algumas questões ao médico:
Se o exame físico e os resultados dos testes não sugerirem a presença de cancro, o médico pode recomendar medicação para reduzir os sintomas causados por uma próstata aumentada. A cirurgia, é outro método para aliviar estes sintomas. A cirurgia mais usada, nestes casos, chama-se ressecção trans-ureteral da próstata ( RTUP ou RTU ). Na RTUP , é inserido um instrumento através da uretra, para remover o tecido prostático que exerce pressão contra a porção superior da uretra, restringindo o fluxo de urina. Deverá falar com o seu médico acerca da melhor opção de tratamento.
Se existir cancro, o patologista refere, geralmente, o grau do tumor. O grau revela-nos se o tecido tumoral difere muito do tecido prostático normal. Sugere-nos a velocidade provável de crescimento do tumor. Os tumores de alto grau tendem a crescer mais rapidamente, e a probabilidade de metastização é superior aos tumores de baixo grau.
Um dos sistemas de classificação dos tumores da próstata, classifica-os de G1 a G4. Outro método classifica-os através do "score" de Gleason: o patologista estuda amostras de tecido prostático ao microscópio; cada zona cancerígena recebe uma classificação, que vai do grau 1 ao 5. O patologista pode somar os dois graus mais comuns, para determinar o "score " de Gleason, ou somar o grau mais comum com o maior grau (mais anómalo). Os graus de Gleason variam de 2 a 10.
