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Roche

CONVIVER COM A DOENÇA

Sentimentos e emoções

O que fazer para melhorar o seu bem-estar e a sua qualidade de vida

Desde que lhe foi diagnosticado o cancro a sua vida mudou. É possível que tenha sentido as mais diversas emoções, desde ansiedade, tristeza, desespero, raiva, a sentimentos de culpa típicos das pessoas que enfrentam esta situação. É importante saber como estas emoções surgem e o que fazer para reduzir e controlar a sua intensidade para melhorar o seu bem-estar e a sua qualidade de vida.

A experiência da doença

Viver com um cancro é uma experiência única e, de certa forma, subjectiva. Cada pessoa vive esta doença de forma diferente. Não existem normas, relativamente ao que as pessoas sentem e pensam, quando se deparam com esta doença. A forma como cada um reage à doença depende muito do tipo de cancro, da sua personalidade e das circunstâncias da sua vida pessoal. Algumas pessoas vivem a doença de forma mais negativa e pessimista, com mais ansiedade ou tristeza, e outras de forma mais positiva, optimista e confiante. Esta doença é um processo que se inicia com o diagnóstico e cujos tratamentos e acompanhamento podem demorar meses ou anos, pelo que é natural que as suas emoções vão mudando, ao longo deste tempo. 

O processo da doença

Ao longo do processo da doença, podem dar-se profundas alterações em todas as vertentes da sua vida: 

  • Em termos físicos, o cancro pode provocar alterações significativas, muitas delas visíveis para as outras pessoas.
  • Do ponto de vista psicológico, pode confrontar-se com questões como “Porquê eu?”, “Porquê agora?”, “Como vou viver com esta doença?”, “Como será o meu futuro?”, “Como vai ficar o meu corpo?”, “Será que vou sofrer muito?”. Estas questões e reflexões originam reacções emocionais.
  • A luta contra o cancro pode dar um sentido diferente à vida, levando-o/a a investir mais na sua dimensão espiritual.
  • Do ponto de vista social, o cancro pode levá-lo/a a alterar os seus relacionamentos e a isolar-se, reduzindo as suas iniciativas e oportunidades de convívio.



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Este site e o seu conteúdo têm um fim exclusivamente informativo e não substituem o aconselhamento médico. Os tratamentos de cada pessoa devem ser individualizados e conduzidos por profissionais de saúde, sendo o médico que acompanha o doente quem poderá indicar qual o tratamento adequado a cada caso. As instruções do médico e dos restantes profissionais de saúde que o acompanham devem ser rigorosamente seguidas, pelo que sugerimos que contacte sempre o seu médico ou farmacêutico.