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SIGNIFICADO DOS SINTOMAS DE ANSIEDADE

Um dos factores mais importantes a ter em conta perante os sintomas de ansiedade - e relembrados nos momentos críticos - é que estes sintomas não são perigosos. 

A aceleração dos batimentos cardíacos, as tonturas e as náuseas, a vontade de gritar ou chorar - são reacções físicas ou emocionais desagradáveis mas não são indicadores de que está gravemente doente ou a enlouquecer. Apesar de desconfortáveis e desagradáveis podem ser tolerados até desaparecerem.

Comentário
Quando a pessoa se sente muito ansiosa e toma consciência dessas reacções físicas ou emocionais desagradáveis pode começar a recear mais os próprios sintomas do que a situação que os provoca. Quanto mais perturbada a pessoa fica, mais intensos se tomam os sintomas, aumentando, assim, o sofrimento emocional e físico.

Porque surge a ansiedade?

A ansiedade surge quando a pessoa antecipa uma situação de ameaça ou de perigo.

Ao mesmo tempo que antecipa essa situação, a pessoa acredita que esta vai realmente acontecer, transformando, assim, uma expectativa em algo real! 

Através de uma análise mais cuidada da situação acabamos por perceber que existem poucas probabilidades de esta ocorrer de forma tão negativa como havíamos previsto. Por exemplo, se após o tratamento a pessoa acreditar que vai ter uma recaída, isso apenas a fará sentir mal. Porquê recear o pior?

Nas reacções de ansiedade, ao mesmo tempo que a pessoa se centra em ameaças que para si se tornam credíveis, minimiza a sua capacidade para lidar com aquilo que teme.

Comentários
Em regra, nas reacções excessivas de ansiedade, a pessoa interpreta a realidade de forma errada ou distorcida.

Sente-se ansiosa porque acredita em perigos que não existem ou que não são graves.

Sugestão
Quando se sentir ansioso/a, em vez de se concentrar no seu próprio nervosismo e nos pensamentos negativos, tente pensar no que está ao seu alcance para se adaptar melhor à doença e melhorar o seu bem-estar.

 




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Este site e o seu conteúdo têm um fim exclusivamente informativo e não substituem o aconselhamento médico. Os tratamentos de cada pessoa devem ser individualizados e conduzidos por profissionais de saúde, sendo o médico que acompanha o doente quem poderá indicar qual o tratamento adequado a cada caso. As instruções do médico e dos restantes profissionais de saúde que o acompanham devem ser rigorosamente seguidas, pelo que sugerimos que contacte sempre o seu médico ou farmacêutico.