Os seropositivos devem ter bastante atenção
ao seu regime alimentar, porque a perda de peso é um dos sintomas
da infecção, podendo os doentes, numa fase avançada
da doença, emagrecer de forma excessiva. É, também,
necessário ter uma boa alimentação para ajudar a
manter em forma o sistema imunológico, já que este está
a ser afectado pelo vírus.
Deve-se fazer, portanto, uma alimentação
equilibrada e rica em proteínas, calorias e vitaminas. As proteínas
encontram-se na carne, produtos lácteos, aves, peixe, leguminosas
secas e arroz. Para uma pessoa saudável recomenda-se uma alimentação
com 50 por cento de hidratos de carbono, 20 de proteína e 30 por
cento de gorduras, com uma boa dose de vitaminas. Alguns seropositivos
precisam de mais calorias. Uma pessoa que não esteja a seguir um
tratamento precisa de 2 700 a 3 600 calorias por dia.
Os maiores riscos com a alimentação são
os diversos micróbios que podem causar diarreia, em especial, salmonelas
e Cryptosporidium.
Deve-se evitar também a ingestão de carne
mal cozinhada, que é uma fonte comum de toxoplasmose.
Para evitar contrair estas infecções deve
ter-se especial cuidado com a ingestão de bebidas e alimentos:
beber apenas água potável; não consumir ovos crus
ou pouco cozinhados, incluindo molhos que possam ser confeccionados com
ovos em cru; as aves e a carne devem ser cozinhadas até não
existir qualquer tom cor-de-rosa no seu interior; as frutas e os vegetais
devem ser bem lavados ou descascados antes de ingeridos; consumir apenas
produtos lácteos pasteurizados.