Unidades de Cuidados Intensivos

Globalmente,  uma em cada cinco pessoas internadas em Unidade de Cuidados Intensivos morre e estima-se que a mortalidade por Sepsis nestas unidades possa chegar aos 73%. Cerca de 60% das determinações de gases no sangue feitas num hospital são executadas dentro das Unidades de Cuidados Intensivos, números que atestam a sua importância.

Em Portugal, existem mais de 150 serviços hospitalares que prestam cuidados intensivos, distribuídos entre os sectores público, privado e social.

 

Soluções Roche

Consciente desta realidade e através de uma abordagem consistente, a Roche desenvolveu um conjunto de ferramentas dirigidas aos Cuidados Intensivos. Na área da Sepsis, a Roche possui uma solução completa que propõe a interacção sinérgica e complementar entre o Serviço de Patologia Clínica (através da oferta de testes desenvolvidos para o diagnóstico e monitorização da Sepsis), o Laboratório de Diagnóstico Molecular (com a oferta do teste Septifast para a rápida identificação do agente da septicémia em causa) e a própria UCI, com diferentes testes para a utilização na própria unidade (gases no sangue, marcadores cardíacos e de monitorização da glucose).

De forma a permitir uma total integração da informação e dos processos dentro do hospital, a Roche recomenda a nomeação de um "Coordenador Point of Care" e dispõe de um sistema de informação, o cobas IT1000, que suporta este conceito. Ao fazer a comunicação entre todos os sistemas de diagnóstico descentralizado, assegura-se a coordenação e responsabilização do processo.

 

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