Novembro, mês do cancro do pulmão

O cancro do pulmão é o mais comum e a causa mais frequente de morte por cancro.

A identificação das diferentes mutações do Cancro do Pulmão de Células Não Pequenas (CPCNP) é muito importante para a personalização do tratamento e evolução das terapêuticas, permitindo tratar os doentes de uma forma mais eficaz, contribuindo para que tenham melhores resultados nos seus tratamentos, mais tempo e qualidade de vida.

É fundamental que os doentes se interessem pelo tema e façam perguntas chave sobre o seu tipo de cancro e opções de tratamento junto do seu médico.

Em Novembro, a Roche promove a campanha 'mês do cancro do pulmão', que tem como objetivo informar e educar sobre as diferentes mutações, tratamento personalizado e evolução das terapêuticas.

Os factos:

Com cerca de 4000 novos casos por ano, o cancro do pulmão é a 4ª patologia oncológica que mais afeta os portugueses. As taxas de mortalidade ainda são elevadas, mas recentes avanços científicos asseguram um futuro promissor. Neste mês que assinala o mês do cancro do pulmão, a Roche tem uma visão muito clara de duplicar a sobrevivência de 5 anos até 2022.

Por o CPCNP ser um cancro altamente complexo, tem sido difícil de encontrar tratamentos mais “personalizados” e os doentes foram/eram tratados muitas vezes da mesma forma. O que em alguns doentes produzia muito bons resultados mas em outros, devido ao tumor apresentar mutações muito específicas, os resultados não eram tão bons como esperado.

Nos últimos anos, e em especial nos últimos dois anos, tem havido uma notável evolução do tratamento farmacológico do CPCNP, alcançando-se maiores taxas de sobrevivência global e ganhos na qualidade de vida dos doentes. Estes resultados positivos são alcançados por terapêuticas inovadoras, como são as terapêuticas-alvo dirigidas a moléculas mutadas nas células neoplásicas (EFGRmut+ & ALK+) e a imunoterapia.

Veja a infografia sobre o tema e consulte o site infocancro.com